Lançado tradutor universal para Firefox

Posted in Uncategorized with tags on setembro 15, 2009 by theeviltux

Barreira do idioma

A China está nos noticiários todos os dias, mas apenas uma minoria de internautas consegue ver o que passa pelos noticiários lá da China. E há muitos aficionados de tecnologia que gostariam de ver o que anda rolando pelos sites do Japão ou da Coreia.

Apesar da universalidade da Internet, as barreiras do idioma são ainda fatos muito concretos, principalmente no caso dos países com alfabetos tão diferentes quanto os países asiáticos ou árabes, para os quais ainda não existem bons tradutores online.

Tradutor universal online

É aí que entra o Worldwide Lexicon (WWL), um projeto de código livre de um sistema de tradução que pretende ser nada menos do que universal, ou seja, pretende chegar a um ponto em que será possível fazer a tradução de textos escritos em qualquer idioma.

Embora esteja longe da perfeição, o tradutor WWL, lançado na última semana na forma de um plugin para o navegador Firefox, abre bons buracos na tal barreira da linguagem, permitindo que o internauta tenha uma excelente ideia do conteúdo dos sites escritos em linguagens que ele não domina. Quanto mais técnico for o assunto, melhor é o resultado.

A grande vantagem do plugin tradutor, em comparação, por exemplo, com o tradutor do Google, é que a tradução é feita na própria página visitada, mantendo inclusive a formatação original do site.

O plugin já é capaz de reconhecer 40 idiomas. Inicialmente o usuário seleciona seu idioma de preferência e, tão logo ele visite uma página em outro idioma, o próprio programa se incumbe de fazer a tradução. Se o idioma do site visitado não estiver contemplado no projeto WWL, o plugin tenta usar outros serviços online, como o tradutor do Google.

Serviço de tradução para sites e blogs

O projeto vai além de um simples tradutor. O Worldwide Lexicon é também uma comunidade de pessoas interessadas em fazer traduções, profissionais ou não. Qualquer voluntário pode escolher o site de seu interesse, traduzi-lo e compartilhar a tradução com seus amigos.

O projeto tem ainda ferramentas para a publicação de sites e blogs simultaneamente em diversos idiomas. O usuário pode escolher entre as traduções automatizadas, traduções profissionais ou mesmo traduções feitas por leitores voluntários.

O plugin do tradutor universal pode ser baixado no site do projeto WWL, no endereço http://www.worldwidelexicon.org.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/index.php

Lançada edição n. 5 Revista Espírito Livre!

Posted in Uncategorized with tags , , , on agosto 13, 2009 by theeviltux

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Em meio a correria do mês de julho, que é de férias para uns e um apenas mais um mês para outros, a Revista Espírito Livre traz o [GNU] Linux no desktop, apresentando de forma clara e simples, que isto é perfeitamente possível mesmo nos dias de hoje, onde muitos ainda insistem em dizer que o sistema não amadureceu, e que o mesmo tem como propósito habitar apenas servidores.

Nossa entrevista desta edição é com Clement Lefebvre, criador do Linux Mint, uma distribuição Linux baseada no Ubuntu, ainda não muito conhecida entre os brasileiros, mas vem conquistando devotos por onde passa, com forte apelo visual, quanto a elegância do Linux. Clement prova com o Linux Mint que é possível ter um desktop funcional, bonito e direcionado a usuários leigos, com ferramentas que facilitam a vida destes, que ainda estão por entrar no mundo do pinguim. Outros projetos nacionais apontam para o mesmo objetivo, como o Desktop Paraná, desenvolvido pela Celepar trazendo um desktop fácil de usar, baseado no Debian. O Ekaaty Linux também não segue a regra e também traz uma solução para usuários desktop com um ambiente fácil de usar e bastante completo.

A revista traz também novos parceiros que trazem a possibilidade dos leitores concorrerem a brindes, entre outros. Os que quiserem participar da revista como parceiros, não se acanhem, entrem em contato!

Trazemos ainda novas adições a equipe e que, com certeza, só enriquecerão ainda mais nosso trabalho. Boas vindas a Antônio Augusto Mazzi, que vai falar sobre emulação do DOS no Linux, Flávia Jobstraibizer que fala sobre PHPBoleto, Walter Capanema que traz os aspectos jurídicos sobre Spam, Francisco Junqueira com uma matéria interessante sobre Google App Engine e Hailton David Lemos, do grupo GoJava, que apresenta como trabalhar com JSP, Ajax e Servlet. Os tantos outros que colaboraram na edição, enviando suas dicas, dúvidas, comentários, participando das promoções, o nosso muito obrigado. Isso muito nos alegra e nos faz seguir em frente, mesmo diante das adversidades.

Como não poderia ser diferente em nossa seção de emails trazemos relatos sobre os leitores da revista com suas opiniões e relatos. Você leitor, pode usar este espaço também para tirar suas dúvidas. Aproveite e participe! Envie também o seu comentário!

A Revista Espírito Livre trás a relação de ganhadores das duas promoções da edição anterior, que continuam nesta edição. Então, se você não participou das promoções da edição passada, não perca tempo e participe. No site oficial da revista [http://revista.espiritolivre.org] e nas redes sociais onde a revista se encontra presente também pipocam novidades…

A Revista Espírito Livre, por meio da colaboração de sua equipe chegou até aqui e espera ir muito além. Junte-se também nós! Nosso propósito é sermos uma publicação de qualidade feito por e para usuários, técnicos, professores, estudantes, e tantos outros que fazem parte deste universo de leitores.

Aproveitamos para agradecer mais uma vez a todos os que ajudam o projeto a seguir adiante. Sem vocês a revista não seria o que é.

Fonte: Revista Espírito Livre

Usando apt-build

Posted in Uncategorized with tags , , , , on agosto 13, 2009 by theeviltux

O apt-build é uma ferramenta com o propósito de compilar programas a partir do seu código fonte, só que com a mesma facilidade de um apt-get da vida. Ele funciona assim: checa o programa e já vê todas as dependências que vai precisar; baixa tudo; compila as dependências; compila o aplicativo; exclui o lixo gerado; cria os pacotes .deb; coloca no diretório de pacotes do seu micro e finalmente instala usando o dpkg. Tudo isso numa instalação limpa e já direcionada à arquitetura de sua máquina! Tudo como se tivesse usado a simples fórmula do apt-get! Bom né?

Então vamos ao que interessa, como instalar e usar:

1. Para instalar use o apt-get:

# apt-get install apt-build

Durante a instalação algumas perguntas serão feitas, vou utilizar para explicar aqui as opções padrões.

Depois de alguns pacotes instalados, ele vai perguntar onde você quer armazenar os pacotes baixados, você pode usar a opção padrão:

/var/cache/apt-build/build

Logo após será feita a pergunta de onde os pacotes vão ficar guardados depois de compilados, mais uma vez pode-se usar a opção padrão:

/var/cache/apt-build/repository

As duas próximas perguntas são importantes e vale a pena prestar atenção para depois não reclamar 🙂

A primeira é qual o nível de otimização de compilação desejado. Existem três níveis: Forte, Médio e Fraco.

O Forte é tão poderoso que pode dar conflitos em algumas aplicações, seu tempo de compilação é bem demorado e deixa o programa muitissimo leve e rápido, portanto escolha-o por sua livre vontade, não me responsabilizo 😛

Já o Médio (o que eu uso e indico), vai fazer uma compilação bem poderosa também, leva um tempinho considerável para a sua compilação, mas deixa o programa bem limpo, leve e rápido.

O Fraco, bem, o nome já diz…

Olhe a figura abaixo:

apt-build1

As duas próximas etapas antes da segunda pergunta importante também podem ser aplicadas as opções padrões. Uma é a configuração do apt-get para instalar os pacotes criados pelo apt-build, se você como a maioria dos mortais não tem nada a acrescentar em matéria de GCC, não coloque nada e vá adiante. O mesmo será perguntado sobre o make, siga o mesmo procedimento e pode seguir em frente.

A próxima pergunta é muito importante, vai perguntar qual o tipo de processador usado na máquina. É correto que seja bem respondida pois as compilações serão voltadas todas à essa arquitetura. Se escolher a opção errada isso poderá causar problemas futuros com os programas instalados. Veja a figura abaixo:

apt-build2

Pronto, o apt-build está instalado, agora é só começar a usar.

Como usar? Simples:

Como você deve ter notado durante o processo de instalação ele já adiciona os repositórios automáticamente. Se quiser você pode incluir os repositórios de sua versão manualmente também, basta editar o /etc/apt/sources.list.

Seus comandos são parecidos aos do apt-get, portanto vamos a alguns deles:

apt-build update –> Faz um update dos pacotes nos repositórios.

apt-build install “programa” –> Sem aspas por favor né? Instala e compila o programa escolhido.

apt-build remove “programa” –> Remove o programa.

apt-build install -reinstall “programa” –> Reinstala um programa.

apt-build upgrade –> Faz um upgrade de todos os pacotes instalados.

apt-build world –> Recompila todo o seu sistema (demora, mas demora hein?)

apt-build source “programa” –> Baixa o código fonte do programa, mas não instala nem compila.

apt-build clean-build –> Apaga os pacotes compilados, ganmha espaço em HD.

apt-build clean-sources –> Apaga os pacotes fontes e ganha espaço no HD também.

Tudo isso pode ser visto no man apt-build, vale lembrar 🙂

Enfim, o apt-build é uma ótima ferramenta para quem procura estabilidade e perfomance da máquina, sem se preocupar de compilar tudo na unha. Tudo compilado de um jeito fácil e eficiente. Espero que seja muito útil para vocês.

Bem, é isso.

Ou não…

Linux From Hell

Governo federal terá Comunidade de Colaboração PloneGov-BR

Posted in Uncategorized with tags , , , , on agosto 13, 2009 by theeviltux

Com o intuito de estabelecer um canal de colaboração entre instituições que fazem uso, desenvolvem e incentivam a tecnologia Zope/Plone e o Software Livre é que técnicos de órgãos federais lançam esta iniciativa.

“Queremos fomentar a criação de uma rede de profissionais que trabalham com essas tecnologias, trocar experiências, auxiliar instituições que estejam iniciando a implantação em suas unidades, compartilhar conhecimento”, defende Cintia Cinquini, da Presidência da República.

A Comunidade PloneGov-BR é composta pelo Serpro, Ministério do Planejamento, Interlegis, Câmara dos Deputados, EBC, Correios e Presidência da República. Cintia explica que a expectativa é aumentar o número de parceiros para dar mais força à rede e ressalta que o convite para integrar o grupo é aberto a todas as instituições e profissionais que trabalham com a tecnologia.

Comunidade

A Comunidade é um espaço de discussão, apoio e treinamento, que dá às instituições parceiras mais agilidade no trabalho com a ferramenta, cooperação em torno das soluções e máxima extração de capacidade técnica. A Comunidade PloneGov-BR funcionará como um fórum institucionalizado para o debate dos diversos atores públicos, com o objetivo de somar esforços para um mesmo resultado, “dessa forma é possível executar mais em menos tempo e com mais qualidade”, afirma Cinquini.

Atuar nos vários segmentos de governo, conhecer e reunir instituições que já utilizam ou demonstrem interesse na ferramenta, para estabelecer os elos dessa rede é um dos primeiros desafios da Comunidade, que acredita nos encontros técnicos e um agenda de trabalho para aquecer e movimentar a nova rede. “Entendemos que uma iniciativa como esta reforça as práticas de colaboração no governo e também o uso de softwares livres”, analisa Jean Ferri, do Interlegis.

A expectativa de aumentar a colaboração tecnológica entre as instituições governamentais como alternativa para a economia de recursos públicos, melhoria nas soluções de TI e difusão das plataformas abertas e livres é uma das premissas do Comitê Técnico de Implementação de Software Livre – CISL.

Plone

Os sistemas de governo eletrônico operam via web, por isso, a importância de assegurar o uso de uma ferramenta madura e de boa qualidade para a Administração Pública. Congregar o maior números de órgãos e empresas públicas para compartilharem experiências, conhecimentos e dificuldades no uso desta tecnologia é um dos desafios da nova comunidade.

O Plone possui algumas peculiaridades e características que justificam o crescimento da sua utilização em portais e sítios de governo. Soluções importantes já são previstas na instalação padrão do Plone, como a acessibilidade, que para sítios de governo é imprescindível.

A facilidade de uso (usabilidade) por parte do gestor de conteúdo e a não obrigatoriedade de conhecimentos técnicos em linguagem de marcação de texto (HTML) são outras particularidades que fazem do Plone uma escolha bastante atraente para quem busca uma solução de CMS (sistema de gerenciamento de conteúdos). “Além do mais, é uma plataforma de software livre que conta com uma grande comunidade de colaboradores no Brasil e no exterior”, defende Cintia.

Mais informações: http://colab.interlegis.gov.br/wiki/PloneGovBr

Fonte: http://www.softwarelivre.gov.b%5B…%5Dade-de-colaboracao-plonegov-br

Download Joomla! 1.5.14 em português.

Posted in Uncategorized with tags , , , on agosto 12, 2009 by theeviltux

“Já está disponível nos repositórios da SiteGround do Brasil (www.siteground.com.br) a versão 1.5.14 do CMS Joomla! traduzida para a língua portuguesa. A tradução e os testes foram concluídos nesta manhã de segunda-feira (10/08/2009). Para fazer o download da nova versão traduzida, mais estável e segura, acesse o link: http://www.siteground.com.br/

Caso você tenha instalada algumas das versões anteriores da série 1.5.x, faça o upgrade nos repositórios do Projeto Internacional: http://www.joomla.org/” [referência: siteground.com.br]

Fonte: Br-Linux

O que é o Joomla? Clique no link abaixo e veja um ótimo artigo sobre:

http://www.joomla.com.br/o-que-oomla-mainmenu-60.html

UGR desenvolve simulador do sistema nervoso do corpo humano

Posted in Uncategorized with tags , , , , on agosto 12, 2009 by theeviltux

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Pesquisadores da Universidade de Granada (Espanha) desenvolveram um simulador, denominado EDLUT (‘Event driven look up table based simulator’), que permite reproduzir qualquer parte do sistema nervoso do corpo humano, como a retina, o cérebro, os centros auditivos ou os centros nervosos. Este avanço científico permitirá analizar e compreender melhor as funções dos centros nervosos, investigar novas patologías e enfermidades ou testar novos fármacos além de servir para aperfeiçoar os robôs e máquinas inspirados no corpo humano e o sistema nervoso. Seu código pode ser baixado já que está sob licença GPL v3.

http://code.google.com/p/edlut/
http://www.electronicafacil.ne[…]l-del-sistema-nervioso-humano/

Fonte: http://barrapunto.com/articles/09/08/11/2322235.shtml

Computadores moleculares ganham compilador e ficam mais amigáveis

Posted in Uncategorized with tags , , , , , , , on agosto 11, 2009 by theeviltux

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Biocomputador amigável

Computadores biomoleculares, feitos de DNA ou de outras moléculas biológicas, hoje existem somente em alguns poucos laboratórios especializados, muito distantes do usuário comum de computador.

No entanto, Tom Ran e Shai Kaplan, pesquisadores do Instituto de Bioquímica Weizmann, descobriram uma maneira de tornar esses dispositivos de computação microscópicos mais amigáveis ao usuário, mesmo quando ele estão executando cálculos complexos e respondendo questões complicadas.

Os pesquisadores criaram um programa avançado para computadores biomoleculares que permite que essas máquinas “pensem” logicamente e respondam a questões passadas em linguagem quase natural.

Ensinando lógica ao computador

A técnica para ensinar dedução lógica para esses dispositivos futurísticos é notavelmente familiar. A técnica foi proposta por Aristóteles há mais de 2000 anos na forma de uma simples proposição do tipo se-então: “Todos os homens são mortais. Sócrates é um homem. Portanto, Sócrates é mortal”.

Quando alimentado com uma regra (Todos os homens são mortais) e um fato (Sócrates é um homem), o computador biomolecular é capaz de responder corretamente à pergunta “Sócrates é mortal?”.

A equipe começou então a criar questões mais complicadas, envolvendo múltiplas regras e fatos – o dispositivo de computação à base de DNA foi capaz de deduzir as respostas corretas todas as vezes.

Compilador para computador molecular

Para facilitar o trabalho, os dois pesquisadores criaram um compilador – um programa capaz de fazer uma ponte entre a linguagem de programação de computador de alto nível e o código de computação em DNA.

Com o compilador, a consulta pode ser digitada de forma tão simples quanto: Mortal (Sócrates)?. O compilador traduz esse código em linguagem de biocomputação e o computador de DNA responde, sempre corretamente.

Funcionamento do computador de DNA

Para chegar à resposta correta, várias fitas de DNA, representando as regras, os fatos e as consultas, foram montadas por um sistema robótico para se encaixar em um processo hierárquico.

A resposta foi codificada em um flash de luz verde: algumas das fitas de DNA tinham uma versão biológica de uma lanterna de sinalização – elas foram equipadas com uma molécula naturalmente fluorescente, ligada a uma segunda proteína que mantém a luz coberta.

Uma enzima especializada, atraída para o local correspondente à resposta correta, remove a “capa” da lanterna sinalizadora e deixa a luz brilhar.

As minúsculas gotas de água contendo as bases de dados biomoleculares foram capazes de responder a perguntas muito complicadas, brilhando em uma combinação de cores que representavam as respostas mais complexas.

Futuro

Além de serem capazes de efetuar múltiplos cálculos simultaneamente, os computadores moleculares têm sido estudados para atuar diretamente no organismo, onde poderão executar operações dependendo da situação encontrada, como liberar moléculas específicas quando localizarem uma célula tumoral.

Bibliografia:

Molecular implementation of simple logic programs
Tom Ran, Shai Kaplan, Ehud Shapiro
Nature Nanotechnology
2 August 2009
Vol.: Published Online before print
DOI: 10.1038/NNANO.2009.203