Adicionar repositórios Medibuntu no Ubuntu 9.04

Postado em Ubuntu com as tags , , , , em Agosto 10, 2009 por theeviltux

medibuntu-logo

Para adicionar codecs, players etc. no Ubuntu 9.04 que não são colocados nos repositórios oficias da Canonical por restrições legais:

Abra o terminal e digite o comando:

$ sudo wget http://www.medibuntu.org/sources.list.d/jaunty.list –output-document=/etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list

Isso faz com que o repositório seja adicionado em sua lista de fontes.

Agora vamos atualizar o sistema, adicionar a chave do medibuntu e novamente atualizar num único comando:

$ sudo apt-get update && sudo apt-get install medibuntu-keyring && sudo apt-get update

Prontinho, agora o seu Ubuntu  já está apto a receber um gás em matéria de Multimedia com os seguintes softwares:

  • Acrobat Reader
  • Google Earth
  • IBM Java Runtime Environment
  • SUN Java Runtime Environment
  • Opera
  • Real Player
  • Skype

Assim como plugins para diversos formatos multimedia:

  • bmp-wma
  • ffmpeg
  • libavcodec0d
  • libavformat0d
  • libdvdcss2
  • libk3b2
  • libk3b2-mp3
  • libpostproc0d
  • ppc-codecs
  • w32codecs
  • w64codecs
  • xmms-wma

Bem, é isso.

Ou não…

Linux From Hell

Novo KDE

Postado em Uncategorized com as tags , , em Agosto 7, 2009 por theeviltux

plasma.jpg

A comunidade KDE disponibilizou uma nova versão do seu ambiente de desktop para Linux e Mac OS X.

O KDE 4.3.0, também conhecido como Caizen, tece mais de 10 mil bugs arrumados e quase dois mil recursos implantados, todos criados a partir de exigências e sugestões de sua base de usuários.

A comunidade de desenvolvedores informou que mais de 700 colaboradores participaram do projeto. Entre as novidades, esta a integração com sistemas de geolocalização, novos gráficos, aplicativos atualizados e novos add-ons para o Plasma. O destaque fica por conta do KWin, o gerenciador de janelas com diversos efeitos gráficos em três dimensões.

O update inclui diversos pacotes, incluindo aplicações para desenvolvimento na web, ferramentas educacionais e programas de gerenciamento e administração de sistemas.

Segundo a equipe de desenvolvimento, a instalação funciona em todas as distribuições atuais do Linux. Versões dos aplicativos que acompanham o pacote também estão disponíveis para Windows e Mac OS X.
Fonte: PSL

10 Livros Gratuitos sobre Open-Source

Postado em Uncategorized com as tags , , , em Agosto 6, 2009 por theeviltux

Groklaw: O formato ODF é um padrão aberto?

Postado em Uncategorized com as tags , , em Agosto 6, 2009 por theeviltux

O crescimento do padrão ODF – OpenDocument Format, ratificado em maio de 2005 pelo consórcio OASIS, tem sido comemorado por muitos como uma vitória diante do monopólio dos formatos da Microsoft no ambiente de ferramentas de escritório. Na prática, significa ficar livre de um formato proprietário e poder escolher a ferramenta que você deseja utilizar, sabendo que usuários de outras ferramentas não terão problemas para ter acesso aos documentos que você criou, já que o ODF está se tornando rapidamente um padrão de facto.

Entretanto, persiste uma dúvida: o ODF é um padrão aberto? O artigo publicado no Groklaw tenta responder esta pergunta. Antes, porém, o autor, David. A Wheeler, elabora uma abrangente definição do que é um padrão aberto. Para isso, Wheeler utilizou-se de algumas definições populares de padrão aberto: a de Bruce Perens, a de Ken Krechmer e a da União Européia, de modo a reunir um conjunto de características amplo e analisar o formato ODF em função delas. Na opinião do autor um padrão aberto deve:

  • Estar amplamente disponível
  • Maximizar a escolha do usuário final, não permitindo que um distribuidor ou grupo aprisione o usuário
  • Ser livre para que qualquer um implemente, sem a cobrança de royalties
  • Não permitir discriminação quanto a uma implementação em detrimento da demais por qualquer razão que não seja técnica
  • Permitir a criação de extensões e de subconjuntos
  • Inibir práticas predatórias, tais como encampar, estender e extinguir (embrace, extend and extinguish)
  • Garantir que o padrão possa ser usado em todo o mundo, observando questões como suporte a conjunto de caracteres, por exemplo
  • Ter suporte continuado, enquanto exista interesse do usuário final
  • A especificação deve estar disponível sem custo, ou a um custo nominal
  • Ao longo do texto, o autor analisa com mais profundidade alguns dos critérios evidenciando, por exemplo, as mudanças realizadas antes da ratificação do padrão, sugeridas por organizações tão díspares quanto Corel, Projeto KDE e Sociedade de Literatura Bíblica, e que foram aceitas na especificação final, mostrando que o ODF atende ao requisito de não-discriminação.

    Wheeler conclui:


    Sem dúvida, o OpenDocument é um padrão aberto. Ele atende todos os requisitos da rigorosa definição (conjunta) de “padrão aberto”, com um grande conjunto de evidências. Em particular, existem evidências significativas de que não é controlado por nenhum distribuidor único [de software].

    E isso é uma coisa boa. Quando eu envio um arquivo de texto puro, ninguém pergunta “você o criou usando o WordPad, o vim ou o emacs?” Quando eu envio um arquivo PNG, ninguém pergunta “você o criou usando o GIMP ou o Paint Shop Pro?” Por que? Porque não importa. Formatos de dados que são padrões totalmente abertos podem ser implementados e entendidos por todos. Usando-os, eu sou livre para usar a ferramenta que eu quiser.

    Fonte: Linux Daily Log, Groklaw

    Free software heroes: from Stallman to Google, a list of inspiring individuals who made everything possible

    Postado em Uncategorized com as tags , , , , , , , , , , , , , , , , , em Agosto 6, 2009 por theeviltux

    tux-heroes

    *Este artigo foi publicado originalmente no dia 15 de junho de 2008

    Alguns nomes fundamentais

    Richard Stallman. Não sei sem pode onde começar a falar sobre RMS. Ele deu início ao projeto GNU, parte importantíssima do sistema operacional GNU/Linux, em 1983 (isso mesmo, mil novecentos e oitenta e três!), fundando a Free Software Foundation em 1985. Ele escreveu o compilador C original do GNU — sim, o programa usado para transformar programas escritos em linguagem de programação em código executável. Ele passa a maior parte do tempo como ativista político e de software. Se você quiser saber o que é dedicação, leia o blog dele e consulte sua frenética agenda de viagens.

    Pamela Jones. E por falar em dedicação, Pamela Jones é a autora do Groklaw, possivelmente o site que salvou o GNU/Linux e o software livre de modo geral das garras da SCO/Microsoft. Pamela Jones é uma figura realmente fantástica. Ela escreveu por volta de mil artigos nos últimos três anos, e muitos deles são artigos longos e de alto impacto na indústria de TI como um todo.

    Linus Torvards. Ele escreveu o Linux, o kernel, sem o qual os utilitários GNU não teriam onde rodar. O kernel Linux chegou em momento oportuno, sendo lançado sob a GPL (escrita por Richard Stallman) em 1991. O Linux é uma parte muito importante do projeto GNU/Linux.

    Mark Shuttleworth. Fundador da Canonical, que criou o Ubuntu Linux. Resumindo bastante a história de Shuttleworth: ele fez uma pequena fortuna vendendo a Thawte (que fazia certificados) à VeriSign. Depois passou pelo programa russo de treinamento de astronautas e foi para o espaço. Voltou e fundou a Canonical para criar o Ubuntu Linux, que se convencionou denominar como a distribuição GNU/Linux mais popular e inovadora voltada para os usuários finais.

    Larry Page e Sergey Brin
    . Esses criaram o Google. Você já deve ter ouvido falar nele: é só digitar uma frase na página do Google e você obtém uma lista de páginas relevantes, como num passe de mágica… se você não ainda conhece, deveria dar uma espiada. Embora o Google não seja uma empresa de software livre, e de fato boa parte de seus programas são proprietários, ele lança vastas quantidades de programas livres e, o que é mais importante, contribui para a criação de padrões livres que são amigos do software livre (OpenSocial x Facebook, ou Android x iPhone/Windows Mobile).

    Bob Young and Matthew Szulik
    . Bob Young criou a Red Hat, uma das mais bem-sucedidas empresas de software livre. Sob a sua liderança, a Red Hat se estabeleceu como a distribuição GNU/Linux líder no setor de servidores. As contribuições da Red Hat ao kernel Linux e ao software livre de modo geral são imensas. Matthew Szulik assumiu o posto de CEO da Red Hat após a saída de Young, e fortaleceu ainda mais a empresa. E o que é mais importante, Szulik teve um jantar histórico (e não confirmado) com Steve Ballmer, CEO da Microsoft, que se esforçou ao máximo para que a Red Hat assinasse um acordo de patentes com a Microsoft. Szulik disse “não”, embora o acordo provavelmente fosse render bons lucros à Red Hat. Isso teria sido uma desgraça para o mundo do software livre.

    Jimmy Wales. Criador de outro site que você deve conhecer: a Wikipédia. Nem preciso colocar um link aqui: É só digitar qualquer coisa no Google (aquela página de pesquisa da qual falei aí em cima), e é provável que uma página da Wikipédia apareça na lista… o software da Wikipédia está disponível sob uma licença livre, a GPL. Sim, a mesma licença criada por Richard Stallman (falamos dele mais acima). Embora a Wikipédia em si não seja software livre, foi uma das primeiras vezes (talvez a primeira) que a filosofia do software livre foi aplicada em um campo não técnico. E a Wikipédia faz um sucesso enorme.

    Lawrence Lessig. Criou as licenças Creative Commons, que permitem aos artistas lançarem seus trabalhos sob licenças que têm os mesmos princípios das licenças de software livre.

    Sir Tim Berners-Lee. Esse inventou a internet. E lançou as especificações (HTTP e HTML) de graça, em vez de exigir que as empresas e desenvolvedores fizessem acordos inaceitáveis sob termos supostamente não discriminatórios. Sem ele, hoje a internet poderia estar dominada por protocolos proprietários e caóticos no estilo MSN e AOL. E quando eu digo “caóticos”, não estou exagerando.

    Blake Ross. O cara que, ainda adolescente (em 2003), percebeu que o movimento do software livre estava deixando escapar o mundo dos navegadores web porque não havia um navegador elegante e livre disponível. Por isso ele criou um fork do Mozilla, um software do qual você já deve ter ouvido falar: o Firefox. O resto é história. E é uma história com 25% do mercado, o que é impressionante se levarmos em conta que cada cópia do Firefox precisa ser baixada e instalada, ao contrário do que acontece com o Internet Explorer, que já vem com o Windows.

    Dries Buytaert.
    O autor do Drupal, um dos maiores CMS (sistemas de gerenciamento de conteúdo) do pedaço (tá, eu sou suspeito para falar, sou um dos desenvolvedores do Drupal). Acredito que a maioria de vocês não use o Drupal, mas boa parte deve usar sites movidos pelo Drupal.

    Keith Packard. A força por trás do XOrg, um fork do XFree86. É graças a ele que o GNU/Linux conta com um fantástico subsistema gráfico. Esta entrevista com Keith Packard, de 2003, explica parte do ocorrido. Observe que na época da entrevista ainda havia uma grande incerteza, e o XOrg ainda era mais ou menos uma “ideia”. Hoje, é uma forte realidade no mundo do software livre.

    Bram Cohen. O gênio matemático que criou o BitTorrent. Ao contrário de quase todo mundo, ele liberou as especificações e a implementação de referência do seu protocolo de graça. O BitTorrent se mostrou crucial para o software livre, já que tornou possível o download de distribuições cada vez maiores. Mas há quem não se mostre muito impressionado (como a RIAA, a associação norte-americana de gravadoras) pelo potencial do protocolo.

    Michael Tiemann. Fundou a Cygnus em 1989. A Cygnus Solutions foi uma das primeiras tentativas de se fazer dinheiro com o software livre. Tiemann também escreveu o compilador GNU C++ e trabalhou no compilador e no depurador GNU C, softwares cruciais que mudaram o mundo da TI.

    O mundo sem eles

    Como seria do mundo se essas pessoas tivessem optado por trabalhar como encanadoras? Alguns podem dizer que se eles não tivessem feito o que fizeram, provavelmente alguém teria feito. O problema aqui é o “provavelmente” (isso também nos leva a uma questão ainda mais teórica: a lista de pessoas que seguiram carreira como encanadoras em vez de salvar o mundo, mas isso já é outro papo).

    Sem Pamela Jones, muitos (inclusive eu) acreditam que o caso da SCO contra o Linux poderia ter tomado um rumo tenebroso. Sem Stallman, o movimento do software livre estaria longe de ser tão organizado e forte como hoje. Sem Shuttleworth, uma distribuição GNU/Linux proprietária poderia ter se tornado a líder do mercado (algo que estava acontecendo lentamente com o Linspire). Sem Larry Page e Sergey Brin não existiria o Google. Nem a competição Summer of Code. Nem o Android. Nem o OpenSocial, e por aí vai. Sem Bob Young e Matthew Szulik, talvez não houvesse um líder tão evidente no mercado de servidores GNU/Linux, ou o que seria a pior, a Red Hat talvez tivesse cedido à pressão da Microsoft, firmando um desastroso acordo de patentes. Sem Jimmy Wales não haveria a Wikipédia. Sem Lawrence Lessig, toneladas de obras artísticas não estariam disponíveis na internet. Aliás, sem Sir Tim Berners-Lee não haveria internet. Sem Blake Ross, você talvez precisasse do Internet Explorer para fazer qualquer coisa online. Sem Dries Buytaert, o Drupal não existiria. Sem Keith Packard, estaríamos presos ao monolítico e livre-mas-não-tanto-assim XFree86.

    Sem essas pessoas, o mundo basicamente seria um lugar muito, muito menos agradável de se viver.

    Quer entrar para o clube?

    A leitura deste artigo já deve ter dado uma ideia de como fazer isso: cada uma dessas pessoas é inteligente, dedicada e está disposta a sacrificar boa parte de sua vida pessoal para fazer do mundo um lugar melhor.

    Uma das coisas fantásticas do software livre é que não há barreiras. Qualquer um pode participar. Seu nome pode aparecer nesta lista. Você só precisa de uma quantidade fenomenal de trabalho e de paixão pela sua área, seja ela qual for.

    Eu não estou na lista, mas adoraria estar. Estou dando o meu melhor na Free Software Magazine, e sempre que estou cansado ou sem inspiração, dou uma olhada nessas pessoas que tornaram este mundo possível, e me esforço para ser como elas.

    Nós, mortais, podemos não chegar tão longe quanto Sir Tim Berners-Lee, Richard Stallman ou Pamela Jones. Mas… só nos resta tentar.

    Autor original: Tony Mobily
    Publicado originalmente no: freesoftwaremagazine.com
    Tradução: Roberto Bechtlufft

    Fonte: Guia do Hardware

    1%

    Postado em Uncategorized em Agosto 6, 2009 por theeviltux

    1porcento

    Janelas com medo do Pingüim e da Maçã

    Postado em Uncategorized com as tags , , , em Agosto 6, 2009 por theeviltux

    Um relatório fiscal publicado esta semana no portal de investidores da Microsoft diz claramente que a Microsoft teme o avanço da adoção do Linux e de software sob a licença GPL, em mercados emergentes.  Menciona também que essa tendência tem pressionado a queda dos preços de equipamentos – e forçado, igualmente, a queda do preço das licenças do sistema operacional.

    O mais interessante do relatório é a citação das empresas que ela considera como rivais: Apple, Canonical e Red Hat, no mercado de sistemas operacionais; Mozilla, Google e Opera no mercado de browsers; e Android, que pode criar um ambiente propício para as pessoas comprarem mais smartphones e netbooks em detrimento do PC tradicional.  Há também parceiros históricos, HP e Intel, investindo em projetos de software livre.

    Se você quiser ler na íntegra o relatório em inglês, baixe-o do site oficial (em inglês, e – obviamente — no formato .docx).

    Fonte: http://info.abril.com.br/blog/zonalivre/20090805_listar.shtml?187013

    Linux Foundation lança cartão de crédito com programa de fidelidade

    Postado em Uncategorized com as tags , , , em Agosto 6, 2009 por theeviltux

    cartaolinux

    Organização vai arrecadar US$ 50 por cartão ativado e porcentual nas compras para financiar inovação do sistema operacional aberto.

    A organização sem fins lucrativos Linux Foundation, que apoia o desenvolvimento do núcleo do sistema operacional Linux de código aberto, lançou um cartão de crédito com programa de fidelidade com a bandeira Visa para ampliar suas fontes de arrecadação.

    Conforme explica o site da fundação, a iniciativa é fruto de uma parceria com a empresa CardPartner, que vai oferecer o cartão de afinidade por meio do banco UMB Bank. Para cada cartão ativado, a fundação receberá 50 dólares, além de um porcentual sobre as compras realizadas com o cartão Visa Platinum.

    A soma arrecadada pelo programa será destinada a eventos técnicos da comunidade e a viagens de membros da entidade para acelerar a inovação do sistema de código aberto.

    O usuário do cartão da Linux Foundation também pode acumular pontos e trocá-los por itens promocionais da organização, passagens aéreas e diversos produtos de varejistas online ou lojas físicas.

    Inicialmente, o cartão está disponível aos consumidores norte-americanos, mas a Linux Foundation informa que pretende expandir a oferta nos próximos meses.

    Fonte: IDG NOW

    Eu também acredito

    Postado em Uncategorized com as tags , em Agosto 6, 2009 por theeviltux

    stall

    Papéis de parede do mal

    Postado em Uncategorized com as tags , , , , , em Agosto 6, 2009 por theeviltux

    Algumas pessoas gostaram das minhas artes e ficam me pedindo para enviar.
    Achei mais fácil disponibilizar no Gnome Look Org.
    Logo abaixo das miniaturas encontrarão os links:

    desk1

    desk2

    http://www.gnome-look.org/content/show.php/The+Evil+Tux?content=109597

    http://www.gnome-look.org/content/show.php?content=109598